Liber Colegii Sancti
sub figura CLXXXV

A.·. A.·.
Publicação em Classe D.
Este documento será devolvido ao Chancellor da A.·.A.·.
pelo Neófito que o introduziu através de seu Zelator.
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A.·.A.·. Publicação em Classe D. Data. . . . . . . . . . . . . . . . |
Imprimatur. D.D.S. Præmonstrator. Nº. . . . . . . . . . . . . . . . |
A.·.A.·.
Tarefa de um Probacionista
- Que qualquer pessoa seja recebida por um Neófito, estando este subordinado a seu Zelator.
- O período de Probação deverá ser de pelo menos um ano.
- O aspirante à A.·.A.·. deverá ouvir a Lição (Liber LXI) e esta nota de sua função; SE ELE QUISER, deverá então adquirir o robe de um Probacionista; deverá escolher com profunda premeditação e intensa solenidade um mote.
- Na admissão ele deverá receber o robe, assinar o formulário fornecido e repetir o juramento conforme designado, e receber o Primeiro Volume do Livro.
- Ele deverá memorizar um capítulo de Liber LXV; e além disso, ele deverá estudar as Publicações da A.·.A.·. em Classe B, e aplicar-se a tais práticas do Iluminismo Científico conforme parecer-lhe agradável.
- Além de tudo isso, ele deverá realizar quaisquer tarefas que a A.·.A.·. possa considerar adequadas a confiá-lo. Que ele esteja atento de que a palavra Probacionista não é um termo em vão, mas que os Irmãos irão prová-lo de muitas maneiras sutis, quando ele menos esperar.
- Na próxima vez em que o sol deverá entrar no signo em que ele foi recebido, sua iniciação pode ser concedida a ele. Ele deverá manter-se livre de todos os outros compromissos por uma semana inteira a partir daquela data.
- Ele pode a qualquer momento retirar-se de sua associação com a A.·.A.·. simplesmente notificando o Neófito que o introduziu.
- Ele deverá proclamar abertamente em todos os lugares a sua conexão com a A.·.A.·. e falar Dela e de Seus princípios (mesmo o pouco que compreenda) pois o mistério é o inimigo da verdade.
Um mês antes da compleição de seu ano, ele deverá entregar uma cópia do seu Registro ao Neófito que o introduziu, e repetir a ele seu capítulo escolhido de Liber LXV. - Ele deverá se manter casto, e reverente para com o seu corpo, pois a ordália da iniciação não é leve. Isso é de importância peculiar nos dois últimos meses de sua Probação.
- Assim e não de outra forma possa ele alcançar a grande recompensa, SIM, POSSA ELE ALCANÇAR A GRANDE RECOMPENSA!
A.·.A.·.
Juramento de um Probacionista
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Liberdade Poder Destino |
Vida Putrefação Morte |
Eu, _______________________, estando são de mente e corpo, neste ____º dia de ___________________ [An ______, ☉ em ____ ° de ____ ] por meio deste resolvo: na Presença de _________________________, um Neófito da A.·.A.·., a exercer a Grande Obra: que é, obter um conhecimento científico da natureza e dos poderes do meu próprio ser.
Que a A.·.A.·. coroe a obra, me conceda a Sua sabedoria na obra, me permita compreender a obra!
Reverência, dever, simpatia, devoção, assiduidade, confiança eu trago à A.·.A.·. e que em um ano a partir desta data eu possa ser admitido ao conhecimento e conversação da A.·.A.·.!
Testemunhe de minha mão ________________________
Mote ________________________
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Amor Paixão Deboche |
Luz Percepção Trevas |
Este documento será devolvido ao Chancellor da A.·.A.·.
pelo Zelator que o admitiu.
A.·.A.·.
Publicação em Classe D.
B.
Tarefa de um Neófito
- Que qualquer Probacionista que tenha completado sua tarefa a contento da A.·.A.·. seja instruído na direção apropriada de procedimento: que é: — Que ele leia do princípio ao fim esta nota de sua função, e assine-a, pagando a quantia de Um Guiné pelo Liber VII que será entregue a ele em sua iniciação, e de Um Guiné por esta Pasta de Documentos de Publicações em Classe D, B-G. Que ele obtenha o robe de um Neófito, e confie o mesmo aos cuidados de seu Neófito.
Ele deverá escolher um novo mote com profunda premeditação e intensa solenidade, expressando a consciência mais clara de sua Aspiração que o ano de Probação lhe deu.
Que ele marque um encontro com o seu Neófito ao prazer do último para a cerimônia de Iniciação. - O Neófito não deverá proceder ao grau de Zelator em menos do que oito meses; mas deverá manter-se livre por quatro dias para o avanço ao final daquele período.
- Ele deverá passar os quatro testes chamados de os Poderes da Esfinge.
- Ele deverá aplicar-se em compreender a natureza de sua Iniciação.
- Ele deverá memorizar um capítulo de Liber VII; e além disso, ele deverá estudar e praticar Liber O em todos os seus ramos: ele também deverá começar a estudar Liber H e algum método geralmente aceito de divinação. Ele também irá ser examinado em seu poder de Viagem na Visão do Espírito.
- Além de tudo isso, ele deverá realizar quaisquer tarefas que seu Zelator em nome da A.·.A.·. possa considerar adequado confiar a ele. Que ele esteja atento de que a palavra Neófito não é um termo em vão, mas que de muitas maneiras sutis a nova natureza excitará dentro dele, quando ele menos esperar.
- Na próxima vez em que o sol deverá entrar no signo em 240° daquele em que ele foi recebido, sua iniciação pode ser concedida a ele. Ele deverá manter-se livre de todos os outros compromissos por quatro dias inteiros a partir daquela data.
- Ele pode a qualquer momento retirar-se de sua associação com a A.·.A.·. simplesmente notificando o Zelator que o introduziu.
- Ele deverá proclamar abertamente em todos os lugares a sua conexão com a A.·.A.·. e falar Dela e de Seus princípios (mesmo o pouco que compreenda) pois o mistério é o inimigo da verdade.
Além disto, ele deverá construir o Pentáculo mágico, de acordo com a instrução em Liber A.
Um mês antes da compleição de seus oito meses, ele deverá entregar uma cópia do seu Registro ao seu Zelator, passar pelos testes necessários, e repetir a ele seu capítulo escolhido de Liber VII. - Ele deverá de todos os modos fortificar o seu corpo de acordo com o conselho de seu Zelator, pois a ordália da iniciação não é leve.
- Assim e não de outra forma possa ele alcançar a grande recompensa, SIM, POSSA ELE ALCANÇAR A GRANDE RECOMPENSA!
Juramento de um Neófito
Eu, ____________________________ (antigo mote), estando são de mente e corpo, e preparado, neste ______º dia de ______________________ [An ______, ☉em ____ ° de ____ ] por meio deste resolvo: na Presença de _________________________, um Zelator da A.·.A.·., a exercer a Grande Obra: que é, obter o controle da natureza e dos poderes do meu próprio ser.
Além disto, eu prometo observar zelo em serviço dos Probacionistas abaixo de mim, e a negar-me completamente a seu favor.
Que a A.·.A.·. coroe a obra, me conceda a Sua sabedoria na obra, me permita compreender a obra!
Reverência, dever, simpatia, devoção, assiduidade, confiança eu trago à A.·.A.·. e que em oito meses a partir desta data eu possa ser admitido ao conhecimento e conversação da A.·.A.·.!
Testemunhe de minha mão[antigo mote] ________________________
Novo Mote ________________________
Este documento será devolvido ao Chancellor da A.·.A.·.
pelo Practicus que o admitiu.
A.·.A.·.
Publicação em Classe D.
C.
Tarefa de um Zelator
- Que qualquer Neófito que tenha completado sua tarefa a contento da A.·.A.·. seja instruído na direção apropriada de procedimento: que é: —
Que ele leia do princípio ao fim esta nota de sua função, e assine-a, pagando a quantia de Três Guinés pelo volume contendo Liber CCXX, Liber XXVII e Liber DCCCXIII, que serão dados a ele em sua iniciação.
Que ele realize as adições necessárias a serem feitas ao seu robe de Neófito, e confie o mesmo aos cuidados de seu Zelator.
Que ele marque um encontro com o seu Zelator ao prazer do último para a cerimônia de Iniciação. - O Zelator deverá proceder ao grau de Practicus a qualquer momento que a autoridade conferi-lo.
- Ele deverá passar Exames em Liber E, Postura e Respiração. Ele deverá ter atingido sucesso completo no anterior, isto é, a postura escolhida deverá ser perfeitamente firme e fácil; e atingido o segundo estágio no mesmo, isto é, rigidez automática.
- Ele deverá além disso mostrar alguma familiaridade e experiência com as meditações dadas em Liber HHH. E nisto o seu Registro será a sua testemunha.
- Ele deverá memorizar um capítulo de Liber CCXX; ele deverá passar exames em Liber HHH.
- Além de tudo isso, ele deverá se aplicar em trabalhar para a A.·.A.·. sob sua própria responsabilidade.
Que ele esteja atento de que a palavra Zelator não é um termo em vão, mas que um certo Zelo será inflamado dentro dele, quando ele menos esperar. - Quando a autoridade conferir o grau, ele deverá regozijar-se nisto; mas acautele-se, pois esta é a primeira partida do pilar do meio da Árvore da Vida.
- Ele pode a qualquer momento retirar-se de sua associação com a A.·.A.·. simplesmente notificando o Practicus que o introduziu.
Mesmo assim que ele lembre de que estando adentrado até aqui sobre o Caminho, ele não pode escapar dele, e retornar ao mundo, mas sim ou à Cidade das Pirâmides ou às solitárias torres do Abismo. - Ele deverá proclamar abertamente em todos os lugares a sua conexão com a A.·.A.·. e falar Dela e de Seus princípios (mesmo o pouco que compreenda) pois o mistério é o inimigo da verdade.
Além disto, ele deverá construir a Adaga mágica, de acordo com a instrução em Liber A.
Um mês após sua admissão ao Grau ele deverá ir ao seu Practicus, passar pelos testes necessários, e repetir a ele seu capítulo escolhido de Liber CCXX. - Ele deverá de todos os modos estabelecer controle perfeito de sua Consciência Automática de acordo com o conselho de seu Practicus, pois a ordália do avanço não é leve.
- Assim e não de outra forma possa ele alcançar a grande recompensa, SIM, POSSA ELE ALCANÇAR A GRANDE RECOMPENSA!
Juramento de um Zelator
Eu, _____________________________ (mote), estando são de mente e corpo, e preparado, neste ______º dia de ________________________ [An ______, ☉ em ____ ° de ____ ] por meio deste resolvo: na Presença de _________________________, um Practicus da A.·.A.·., a exercer a Grande Obra: que é, obter o controle das fundações do meu próprio ser.
Além disto, eu prometo observar zelo em serviço dos Neófitos abaixo de mim, e a negar-me completamente a seu favor.
Que a A.·.A.·. coroe a obra, me conceda a Sua sabedoria na obra, me permita compreender a obra!
Reverência, dever, simpatia, devoção, assiduidade eu trago à A.·.A.·. e que em breve eu possa ser admitido ao conhecimento e conversação da A.·.A.·.!
Testemunhe de minha mão[mote] ________________________
Este documento será devolvido ao Chancellor da A.·.A.·.
pelo Philosophus que o admitiu.
A.·.A.·.
Publicação em Classe D.
D.
Tarefa de um Practicus
- Que qualquer Zelator seja apontado pela autoridade a proceder ao grau de Practicus.
Que ele leia do princípio ao fim esta nota de sua função, e assine-a.
Que ele realize as adições necessárias a serem feitas ao seu robe de Zelator.
Que ele marque um encontro com o seu Practicus ao prazer do último para a concessão do avanço. - O Practicus deverá proceder ao grau de Philosophus a qualquer momento que a autoridade conferi-lo.
- Ele deverá passar exames em Liber DCCLXXVII, Qabalah, e Sepher Sephiroth.
Ele deverá alcançar sucesso completo em Liber III, Cap. I. - Ele deverá além disso mostrar alguma familiaridade e experiência com seu método de divinação escolhido. Todavia nesta matéria ele deverá ser o seu próprio juiz.
- Ele deverá memorizar Liber XXVII; e passar exames no Ritual e na prática de meditação dados em Liber XVI. Além disso, ele deverá passar pela prática de meditação S.S.S., em Liber HHH.
- Além de tudo isso, ele deverá aplicar-se a um modo de vida inteiramente adaptado ao Caminho.
Que ele lembre que a palavra Practicus não é um termo em vão, mas que a Ação é o equilíbrio dele que está na Casa de Mercúrio, que é o Senhor da Inteligência. - Quando a autoridade conferir o grau, ele deverá regozijar-se nisto; mas acautele-se, pois esta é a segunda partida do pilar do meio da Árvore da Vida.
- Que ele não se aventure enquanto um membro do grau de Practicus a tentar retirar-se de sua associação com a A.·.A.·..
- Ele deverá proclamar abertamente em todos os lugares a sua conexão com a A.·.A.·. e falar Dela e de Seus princípios (mesmo o pouco que compreenda) pois o mistério é o inimigo da verdade.
Além disto, ele deverá construir a Taça mágica, de acordo com a instrução em Liber A.
Um mês após sua admissão ao Grau ele deverá ir ao seu Philosophus, passar pelos testes necessários, e repetir a ele Liber XXVII. - Ele deverá de todos os modos estabelecer controle perfeito de sua razão de acordo com o conselho de seu Practicus, pois a ordália do avanço não é leve.
- Assim e não de outra forma possa ele alcançar a grande recompensa, SIM, POSSA ELE ALCANÇAR A GRANDE RECOMPENSA!
Juramento de um Practicus
Eu, _____________________________ (mote), estando são de mente e corpo, e preparado, neste ______º dia de ________________________ [An ______, ☉ em ____ ° de ____ ] por meio deste resolvo: na Presença de _________________________, um Philosophus da A.·.A.·., a exercer a Grande Obra: que é, obter o controle das vacilações do meu próprio ser.
Além disto, eu prometo observar zelo em serviço dos Zelatores abaixo de mim, e a negar-me completamente a seu favor.
Que a A.·.A.·. coroe a obra, me conceda a Sua sabedoria na obra, me permita compreender a obra!
Reverência, dever, simpatia, devoção eu trago à A.·.A.·. e que em breve eu possa ser admitido ao conhecimento e conversação da A.·.A.·.!
Testemunhe de minha mão[mote] ________________________
Este documento será devolvido ao Chancellor da A.·.A.·.
pelo Dominus Liminis que o admitiu.
A.·.A.·.
Publicação em Classe D.
E.
Tarefa de um Philosophus
- Que qualquer Practicus seja apontado pela autoridade a proceder ao grau de Philosophus.
Que ele leia do princípio ao fim esta nota de sua função, e assine-a.
Que ele realize as adições necessárias a serem feitas ao seu robe de Practicus.
Que ele marque um encontro com o seu Philosophus ao prazer do último para a concessão do avanço. - O Philosophus deverá proceder ao grau de Dominus Liminis a qualquer momento que a autoridade conferi-lo.
- Ele deverá passar exames em Liber CLXXV e em Construção e Consagração de Talismãs e em Evocação. Todavia nesta matéria ele deverá ser o seu próprio juiz.
Além do mais ele deverá alcançar sucesso completo em Liber III, Cap. II.
Além disso, ele deverá aplicar-se a estudar e praticar as meditações dadas em Liber V. - Ele deverá além disso mostrar alguma familiaridade e experiência de Liber O, Caps. V, VI. Do qual seu Registro deverá ser sua testemunha.
- Ele deverá memorizar um capítulo de Liber DCCCXIII.
- Além de tudo isso, ele deverá fazer reflexões constantes e profundas sobre o Caminho.
Que ele lembre que a palavra Philosophus não é um termo em vão, mas que a Filosofia é o equilíbrio dele que está na Casa de Vênus, que é a Senhora do Amor. - Quando o título de Dominus Liminis é conferido a ele, que regozije-se excedentemente nele; mas acautele-se, pois isto não é nada senão o véu falso da lua que paira sob o Sol.
- Que ele não se aventure enquanto um membro do grau de Philosophus a tentar retirar-se de sua associação com a A.·.A.·..
- Ele deverá proclamar abertamente em todos os lugares a sua conexão com a A.·.A.·. e falar Dela e de Seus princípios (mesmo o pouco que compreenda) pois o mistério é o inimigo da verdade.
Além disto, ele deverá construir a Baqueta mágica, de acordo com a instrução em Liber A.
Um mês após sua admissão ao Grau ele deverá ir ao seu Dominus Liminis, passar pelos testes necessários, e repetir a ele seu capítulo escolhido de Liber DCCCXIII. - Ele deverá de todos os modos estabelecer controle perfeito de sua devoção de acordo com o conselho de seu Practicus, pois a ordália do avanço não é leve.
- Assim e não de outra forma possa ele alcançar a grande recompensa, SIM, POSSA ELE ALCANÇAR A GRANDE RECOMPENSA!
Juramento de um Philosophus
Eu, _____________________________ (mote), estando são de mente e corpo, e preparado, neste ______º dia de ________________________ [An ______, ☉ em ____ ° de ____ ] por meio deste resolvo: na Presença de _________________________, um Dominus Liminis da A.·.A.·., a exercer a Grande Obra: que é, obter o controle das atrações e repulsões do meu próprio ser.
Além disto, eu prometo observar zelo em serviço dos Practici abaixo de mim, e a negar-me completamente a seu favor.
Que a A.·.A.·. coroe a obra, me conceda a Sua sabedoria na obra, me permita compreender a obra!
Reverência, dever, simpatia eu trago à A.·.A.·. e que em breve eu possa ser admitido ao conhecimento e conversação da A.·.A.·.!
Testemunhe de minha mão[mote] ________________________
Este documento será devolvido ao Chancellor da A.·.A.·.
pelo Adeptus Minor que o admitiu.
A.·.A.·.
Publicação em Classe D.
F.
Tarefa de um Dominus Liminis
- Que qualquer Philosophus seja apontado pela autoridade um Dominus Liminis.
Que ele leia do princípio ao fim esta nota de sua função, e assine-a.
Que ele realize as adições necessárias a serem feitas ao seu robe de Philosophus.
Que ele receba Liber Mysteriorum.
Que ele marque um encontro com o seu Dominus Liminis ao prazer do último para a concessão do avanço. - O Dominus Liminis deverá proceder ao Grau de Adeptus Minor a qualquer momento que a autoridade conferi-lo.
- Ele deverá passar exame Liber III, Cap. III.
- Ele deverá meditar sobre o diverso conhecimento e Poder que ele adquiriu, e harmonizá-los perfeitamente. E nesta matéria ele deverá ser julgado pelo Præmonstrator a A.·.A.·..
- Ele deverá aceitar um cargo em um Templo da Iniciação, e memorizar uma parte indicada pelo Imperator da A.·.A.·..
- Além de tudo isso, ele deverá residir sobre o Umbral. Que ele lembre que a palavra Dominus Liminis não é um termo em vão, mas que a sua maestria será frequentemente contestada, quando ele menos esperar.
- Quando finalmente ele atingir o grau de Adeptus Minor, que ele se faça humilde excedentemente.
- Ele pode a qualquer momento retirar-se de sua associação com a A.·.A.·. simplesmente notificando o Adepto que o introduziu.
- Ele deverá proclamar abertamente em todos os lugares a sua conexão com a A.·.A.·. e falar Dela e de Seus princípios (mesmo o pouco que compreenda) pois o mistério é o inimigo da verdade.
Além disto, ele deverá construir a Lâmpada mágica, de acordo com a instrução em Liber A.
Seis meses após sua admissão ao Grau, ele deverá ir ao seu Adeptus Minor, passar pelos testes necessários, e repetir a ele sua parte indicada no Templo da Iniciação. - Ele deverá de todos os modos estabelecer controle perfeito de sua intuição de acordo com o conselho de seu Dominus Liminis, pois a ordália do avanço não é leve.
- Assim e não de outra forma possa ele alcançar a grande recompensa, SIM, POSSA ELE ALCANÇAR A GRANDE RECOMPENSA!
Juramento de um Dominus Liminis
Eu, _____________________________ (mote), estando são de mente e corpo, e preparado, neste ______º dia de ________________________ [An ______, ☉ em ____ ° de ____ ] por meio deste resolvo: na Presença de _________________________, um Adeptus Minor da A.·.A.·., a exercer a Grande Obra: que é, obter o controle das aspirações do meu próprio ser.
Além disto, eu prometo observar zelo em serviço dos Philosophi abaixo de mim, e a negar-me completamente a seu favor.
Que a A.·.A.·. coroe a obra, me conceda a Sua sabedoria na obra, me permita compreender a obra!
Reverência, dever, simpatia eu trago à A.·.A.·. e que em breve eu possa ser admitido ao conhecimento e conversação da A.·.A.·.!
Testemunhe de minha mão[mote] ________________________
Este documento será devolvido ao Chancellor da A.·.A.·.
pelo Adeptus que o admitiu.
A.·.A.·.
Publicação em Classe D.
G.
Tarefa de um Adeptus Minor
Que o Adeptus Minor atinja o Conhecimento e Conversação de seu
Sagrado Anjo Guardião.
Juramento de um Adeptus Minor
Eu, _____________________________ (mote), estando são de mente e corpo, e preparado, neste ______º dia de ________________________ [An ______, ☉ em ____ ° de ____ ] por meio deste resolvo: na Presença de _________________________, um Adeptus da A.·.A.·., a exercer a Grande Obra: que é, atingir o conhecimento e conversação do Sagrado Anjo Guardião.
Que a A.·.A.·. coroe a obra, me conceda a Sua sabedoria na obra, me permita compreender a obra!
Reverência, dever, simpatia eu trago à A.·.A.·. e que aqui e agora eu possa ser admitido ao conhecimento e conversação da A.·.A.·.!
Testemunhe de minha mão[mote] ________________________
Origem da tradução:
Traduzido por Frater S.R.



