Discussão: Dúvida sobre interpretação da bíblia

Lothar mais de 1 ano

Olá pessoal.
Ultimamente ando postando muitas dúvidas aqui no fórum. Posso fazer essas perguntas sempre que tive-las?
Enfim..

A dúvida pertinente nesta postagem é a seguinte:
Pelo meu entendimento da bíblia, Jesus veio para acabar com as antigas leis de Móises. Acredito até que veio para salvar-nos do Deus de Móises, pois o mesmo seria na verdade um Querubim necessariamente mau, pois o mesmo exigia sacrificios de sangue.
O que me leva a dúvida: Yod He Vav He é o mesmo que Jeovah? São o mesmo ser?
Não entendo muito, mas pelo que aprendi(e é pouco) no velho testamento é citado o nome de deus como Jeovah, maaaass através de estudos feitos em cima desses textos é chegado a conclusão que há 72 nomes de Deus.
Esses 72 nomes de deus são do mesmo deus de Móises?
Qual a divergencia entre o deus bom e o deus mau? O que separa o deus bom do deus mau no antigo testamento?
Quando cito Yod He Vav He estou citcitandocitcitandoandoando Jeovah?
Seriam dois lados da mesma moeda?
Minha dúvida é.. Existem 2 seres?

Aluvaia mais de 1 ano

Poste sempre que tiver dúvidas, é sempre bom ver esse espaço em movimento.

Mas vamos lá...

Existem versões e mais versões para a simbologia por detrás da mitologia hebraica. Particularmente não acredito na existência de um Jesus histórico, tendendo eu a ver esse personagem, hoje tão real para tantas pessoas, como uma aglutinação da personalidade e do folclore em torno de algumas pessoas que realmente existiram na época. Já leu "Carta a um Maçom", do Marcelo Motta? Se não leu, eu aconselho. Não sou grande fã do Motta, mas acho que nesse caso ele deu uma dentro.

De toda forma, podemos sim tratar a coisa de maneira simbólica, e mitologicamente falando eu não diria que Jesus teria vindo para acabar com as leis de Moisés, mas para sublimar o sacrifício, elevando-o a um grau inimaginável, culminando no ato do auto-sacrifício (e essa é uma importantĩssima fórmula iniciática!). Não é a crucificação o sacrifício do Cordeiro? Não é o sangue de Deus deramado por nós, blá... blá... blá...? Não há nada de mal ou de errado na lógica do sacrifício de sangue, trata-se de dar a vida em troca da vida, ou de transferir a energia vital de alguém para alguma coisa... mas ok, não entremos no mérito da questão agora.

Os chamado 72 nomes de Deus são títulos, são atributos do Divino, e Yod He Vav He é um desses nomes. Trata-se do chamado Tetragrammaton, é formado por letras que expressam conceitos que se complementam. O nome Jeovah, por exemplo, reza a lenda que acrescido de uma letra Shin no meio (Yod He Shin Vav He) vira Yeshua, que traduzido vira Jesus. Aponto pra esse fato no intuito de afirmar mais uma vez que é tudo simbólico, diferentemente da vida real.

Seja como for, quando você chama por Yod He Vav He, ou por Jeovah, está chamando sim o Deus de Moisés que, diga-se de passagem, é exatamente o mesmo Deus de Davi e de Jesus, entretanto, trata-se de um nome que tem um significado exotérico e outro esotérico, sendo eXotericamente conhecido como o Deus iracundo e sanguinário do antigo testamento (igualzinho a 99% dos Deuses!), e sendo eSotericamento encarado como um princípio de ideias, uma fórmula iniciática pela qual se evocam desde os elementos pelos quais nossos mundo é formado até os quatro mundos descritos na Cabala, além de inumeráveis outras relações e associações, tratando-se de uma simbologia complexa e que vale a pensa ser estudada.

Se existem dois seres? De maneira simplista, eu diria que existem. Você chama por aquele que você conhece melhor, aquele que ocupa seu coração e sua mente quando você diz o nome dele. Pessoalmente excluí Jeovah da minha ritualística diária, tanto por uma afinidade muitíssimo maior com outros Deuses mais legais, quanto por uma incapacidade de dissociar a pessoa de Jeová da Fórmula Yod He Vav He; mas hoje confesso que repenso a respeito, acho que é uma falha minha e cogito fazer diferente no futuro.

Desativado2060 mais de 1 ano

Olha, eu recomendaria diferenciar duas coisas: A egregora YHWH e o verdadeiro significado da formula. Eu acredito que atribuir a YHWH os atributos da egregora, mesmo compreendendo os significados oculto das letras, seja uma pobreza mental. É fácil perceber que 2 ideias diferentes foram associadas a essa "sequencia de letras", e é por isso que ela não é preferivel nos rituais de muitos ocultistas que possuem uma certa aversão à ideia antropomorfica ou cultural-religiosa que se tem sobre a fórmula. E isso é compreensivel, considerando que a simpatia é de extrema importancia para com as simbologias adotadas. Entretanto, é de se esperar que, mesmo que tais ocultistas não utilizem a fórmula, que ele entenda que a aversão que ele tem é sobre a ideia cultural associada à formula, mas que a formula em si é de carater cientifico.

Desativado2060 mais de 1 ano

"Jesus veio para acabar com as antigas leis de Móises" Olha, até para os "cristicistas" essa informação está equivocada, pelo que entendo sobre o assunto. Caso você esteja familiarizado com a ideia dos aeons, é fácil notar que, para os cristicistas, a vinda desse tal de cristo foi uma "mudança no relacionamento Humano-Deus" devido à maturidade da raça, e não por que "trocaram de Deus". É mais fácil (porem não mais exato e um pouco vago) dizer que, para os cristicistas, Deus mudou de temperamento devido a diversas circunstancias implicadas em uma nova fase humana. Dessa maneira, o comportamento "agressivo" do "antigo" Deus, é semelhante a um fazendeiro que adestra seu cavalo. Ora, se o cavalo fosse capaz de aprender com palavras e mudar seu comportamento, duvido muito que o fazendeiro iria utilizar golpes para isso. Portanto, o comportamento do "antigo deus" se assemelha a isso. No tempo certo, o mesmo deus de sempre criou um novo "acordo" mais humanizado entre os humanos. Entretanto, estou expondo o assunto do ponto de vista de um cristicista, e acho que tudo isso não passsa de mentira. Recomendo, assim como o fez o respeitavel Aluvaia, que o senhor venha a ler "uma carta a um maçom", e as fontes citadas por ele em sua carta, para ter uma noção historica sobre o assunto de outros pontos de vista.

Desativado2060 mais de 1 ano

A questão do sacrificio e sangue foi muito bem abordada pelo Aluvaia e a questão dos 72 nomes também. Muito bom!

Eu diria portanto que Moizes e os personagens de onde o tal Jesus Cristo foi tirado eram genios em suas épocas, e traziam com suas doutrinas um reflexo do situação cultural de suas épocas. A proposito, São 3 aeons completamente diferentes, não é verdade? O de moizes, o de Apolonio de Thyana e o nosso... Portanto, recomendo analisar tais formulas de maneira cientifica, rejeitando, ou simplesmente deixando neutro, toda a carga de informações denecessárias associadas a esses assuntos.

Gregorian mais de 1 ano

Olá amigos,

Aproveitando o gancho da discussão gostaria saber se as praticas relativas a contemplação dos 72 nomes de Deus funcionam ou se já funcionou para algum de voces?
Que tipo de meditação ou ritual pode ser feito com o quadradro dos 72 nomes?

Yezide mais de 1 ano

Olá Lothar,

Você está certo ao dizer que Jesus veio para romper com a Lei Judaica. É uma profecia bíblica. Ele só poderia romper tal lei se a cumprisse totalmente. Na acasião da morte de sua morte, o véu do templo judaico foi rasgado, mostrando que tudo aquilo era passado. Jesus veio trazer as "boas novas", novos mandamentos diferentes dos mandamentos Judaicos.

Sobre a revogação das leis lhe recomendo as leituras dos livros Hebreus 7:18-19, Gálatas 3:24-25, Romanos 7:6, dentre outros texto que mostram que Jesus veio abolir as Leis Judaicas e trazer novidade.

Sobre dizer que Jeová era um Querubim eu só vi uma pessoa falar isso, o controverso Mertre Aleph, fora dele, nunca vi tal interpretação BEM FORÇADA dos textos bíblicos. Mas, é bem claro que o Deus do antigo textamento, mudou, não é mais como o Deus das mensagens de Jesus. Não exige mais sacrifícios de sangue, como você frizou, ou sacerdotes, ou um Templo. A mensagem de cristo é o batismo com Fogo através do Espirito Santo que habita dentro do homem. Muito similar ao Hadit Thelêmico inclusive.

Yod He Val He, é uma atribuição Judaica, cabalista, e está inserida neste contexto. Quere tirar o YHVH do contexto cabalista Judaico é um anacronismo. Sim, fala-se do mesmo deus, Jeová que é uma corruptela da pronuncia de YHVH que é o nome que não pode ser pronunciado, o verdadeiro nome de Deus, ou seja, ninguém sabe o verdadeiro nome de Deus (ele o tem?), 72 nomes, mas nenhum destes é o verdadeiro nome de Deus.

Sobre o "deus bom e o deus mal", é preciso entender que Deus se manifesto ao Homem conforme o nível deste Homem de o conhecer. Deus se manifesta de inúmeras maneiras para povos diferentes e épocas diferentes. O "Deus mal", precisava ser mal dentro do contexto do Homem Judeu. Quando o Homem estava preparado, veio Jesus e mudou as leis. Isso tudo, é claro, dentro de uma visão judaico/cristã. Não precisamos concordar com isso, é claro.

Sua dúvida de se existem dois seres é intrigante. Dentro da Teologia cristã, não. Mas, existem outras interpretações marginais como a do Mestre Aleph, por exemplo, que eu, particularmente, não concordo.

Minha visão (pessoal), dentro da tradição Judaico/Cristã, é que Deus muda com o tempo, conforme o próprio Homem emadurece para receber novos pensamentos e ser tratado de maneira diferente por Deus. O Homem primitiva para adorar, devia matar e sacrificar com sangue. Esta era a mentalidade do Homem daquela época, e Deus se mostrava a eles conforme eles podiam ver. A partir do momento em que o Homem evolui, poderia deixar de sacrificar com sangue, poderia entender outra forma de adoração, então, veio Jesus. Ou seja, é o mesmo Deus, mas que muda conforme muda o Homem. Hoje, o Homem mudou novamente, estamos em uma nova era de entendimento, então, Deus, se mostra de uma outra maneira para nós.

As transições do AEONS são mudanças da compreensão do Homem em relação a Deus, e formas diferentes da própria manifestação de Deus para este Homem que muda. Conforme o Homem evolui, Deus pode se revelar de forma diferente para este Homem. No passado era sacrifício. Depois veio a adoração interna de Cristo e assim por diante.

Deus é Um. Ver Liber ARARITA.

P.S.

Ao contrário do Aluvaia e do Motta, eu acredito na existência Histórica de Jesus, muitos arqueólogos e Historiadores já concordam na existência História de Jesus. O historiador judeu Flávio Josefo fala de Jesus e sua família, João Batista e vários outros personagens Históricos da época.

Motta falava que Josefo não falou de Jesus, mas ele estava errado em "Carta a um Maçon". Na época de Motta, provavelmente ele não tinha contato com os escritos de Flávio Josefo. Hoje em dia já se sabe que o Historiador Judeu comprova a existência Histórica de Jesus. Uma rápida pesquisa no Google pode-se comprovar isso.

Abraço.

Yezide mais de 1 ano

Historiadores que falavam de Jesus.

Flávio Josefo (37-100) (texto provavelmente adulterado)

“Nessa época viveu Jesus, um homem sábio. Se é que se pode dizer que era humano. Ele fazia milagres. Era o Cristo. Quando nossos cidadãos o denunciaram e Pilatos condenou-o à crucificação, ele apareceu, três dias depois da sua morte, de novo vivo. Os profetas anunciaram suas maravilhas e milhares o adoraram” (Antiguidades Judaicas, cap. XVIII, p. 63)

Tácito (55-120) (escrevendo sobre o incêndio de Roma)

“Nero acusa aqueles detestáveis por suas abominações que a multidão chama de cristãos. Esse nome vem de Cristo, que sob o principado de Tibério, foi mandado para o suplício pelo procurador Pôncio Pilatos. Reprimida momentaneamente, essa superstição horrível rebrotou novamente, não apenas na Judéia mas agora dentro de Roma” (Anais, capítulo XV, p. 54)

Suetônio (70-128) (falando da vida do imperador Cláudio)

“O Imperador expulsou de Roma os judeus que viraram causa permanente de desordem pela pregação de Cristo” (Vida de Cláudio, cap 25, p. 4)

Plínio, o Jovem (61-114) (escrevendo para o imperador Trajano)

“Os cristãos têm o hábito de se reunir em um dia fixo para rezar ao Cristo, que consideram Deus, para cantar e jurar não cometer qualquer crime, abstendo-se de roubo, assassinato, adultério e infidelidade”. (Carta a Trajano, cap. X, p. 96)

Aluvaia mais de 1 ano

Não sei até onde nos levaria a algum lugar discutir se existiu, ou não, um Jesus histórico. Pessolamente acho as "provas" um tanto longuínquas cronologicamente dos "fatos". De toda forma, ainda que tivesse existido (e isso não faz a menor diferença), teria essa pessoa sido não muito mais do que foi qualquer agitador messiânico da época, o que era muito comum naqueles dias, dizem.

Que houve um movimento e, a partir dele, seguidores de uma ideia que se denominaram "cristãos", isso é inegável. O resto, na minha opinião, é mitologia sobre um homem-Deus como tantos outros homens-Deuses (ou filhos de Deuses) das mais diversas mitologias espalhadas pelo mundo.

O que se tira disso de importante é o Símbolo por detrás do mito, é a Fórmula expressa pela alegoria, pela fábula... ou pela história de um homem, como queiram. Claro que suponho que não se esteja discutindo a existência de um ser dotado de superpoderes, andando sobre as águas e ressucitando na carne, mas de um sábio ministrando ensinamento; e a respeito desses ensinamentos, o que importa é a mensagem e não o mensageiro. Importa se foi dito por Jesus, por João Batista ou por Apolônio de Tiana?

Alguns creditam naquilo que lhe parece mais verossímil, outros no que lhes é mais conveniente. Ambos estão certos... e errados!

Lothar mais de 1 ano

Muito esclarecedor. Pelo que eu entendi do que os senhorios falaram, devo me abster das cargas culturais que os 72 nomes e consecutivamente muito mais coisas carregam, e focar na magia/ciência por há por trás.

Sobre Deus seguir a evolução da humanidade, parece uma explicação ótima para mim.
Guerra e sacrificios para tempos de guerra. Eu acabo por entender seus motivos.
Acredito que o mesmo não seria justo hoje em dia, daí então vem os novos Aeon e assim sucessivamente.

Apesar de estarmos então no novo Aeon de Hórus, velhas liturgias continuam funcionando ao meu entender então;

Única coisa que acho estranho é que numa reflexão rápida, penso que o aeon de Móises e de Jesus/Apolonio foram muito conhecido e difundidos na sociedade em geral, enquanto o novo aeon de Hórus fica por meio que por escondido e privado a um número menor de pessoas.
O que realmente me convence de um novo aeon esteja acontecendo é a mudança do comportamento da sociedade como um todo. Creio que nesse novo aeon estejamos fazendo mudanças culturais, morais e éticas muito maior que nos outros passados.
Como diria Raul; Mulheres ditas escravas já não querem servir mais.

Vou ler no futuro uma carta a um maçom, apenas não posso faze-lo agora. Mas continuo acreditando na verocidade da existencia de Jesus.

Sobre a explicação do comportamento de Deus atraves dos Aeons, isso me lembrou muitas coisas novas... Como por exemplo sobre a profecia maia de 2012 da qual na realidade não seria o fim do mundo e sim uma mudança na terra, como um novo aeon..?
Outro caso, o do Chico Xavier no qual ele afirmava mudanças em 2019, um novo aeon também?
xD

Aluvaia mais de 1 ano

Apesar de estarmos então no novo Aeon de Hórus, velhas liturgias continuam funcionando ao meu entender então;

Sim, da mesma forma como uma maria fumaça bem conservada ainda é capaz de desenvolver velocidade razoável nos trilhos, muito embora existam hoje meios de transporte bem mais rápidos e menos dispendiosos em termos de energia.

Única coisa que acho estranho é que numa reflexão rápida, penso que o aeon de Móises e de Jesus/Apolonio foram muito conhecido e difundidos na sociedade em geral, enquanto o novo aeon de Hórus fica por meio que por escondido e privado a um número menor de pessoas.

Essa difusão do Aeon passado só se deu nessas proporções porque um camarada chamado Constantino certa feita, lá pelos motivos dele, resolveu instituir o cristianismo como religião oficial de Roma, que era só a capital do mundo naquele tempo. Não fosse por isso talvéz essa religião não tivesse sobrevivido e, se ainda existisse, provavelmente se tivesse mantido mais fiél ao que era em seus primórdios. Mesmo assim, não é que o conhecimento a respeito da mecânica Aeônica fosse revelado, mas sim a ou proeminência de um de seus expoentes, tratando-se de um processo cego.

Seja como for, creio que não tivesse sido esta, outra religião patriarcal teria tomado corpo e se desenvolvido em moldes semelhantes sob o influxo do Aeon e servido de matriz comportamental e para o desenvolvimento socio-cultural da época.

O que realmente me convence de um novo aeon esteja acontecendo é a mudança do comportamento da sociedade como um todo. Creio que nesse novo aeon estejamos fazendo mudanças culturais, morais e éticas muito maior que nos outros passados.
Como diria Raul; Mulheres ditas escravas já não querem servir mais.

Muito embora não exista uma religião oficial neo-aeônica, o próprio processo de globalização que vivemos, o que nos faz perder em foco, faz ganhar em multisetorialidade da difusão do influxo, cujo qual se pode perceber nas sociedades como um todo ao redor do mundo. As pessoas podem não saber o que está acontecendo e nem o porquê de estar acontecendo, mas elas sabem que algo está mudando dentro delas e se relfetindo a partir delas para o meio em que vivem. Haja vista, como você mesmo mencionou na fala do Raul, essa tão bem vinda insubmissão feminina. Também velhas religiões se travestem de novas roupagens e novas abordagens, pena que ainda persistam ideias antigas em suas bases.

Ainda assim, a criação de uma grande religião institucional em moldes neo-aeônicos acredito que não seja nem possível e nem desejável pela própria característica do Aeon, ao contrário, seria um anacronismo. O futuro da religiosidade humana é uma colcha de retalhos individual na qual imperará a liberdade de escolha do que melhor sirva a cada um.

Sobre a explicação do comportamento de Deus atraves dos Aeons, isso me lembrou muitas coisas novas... Como por exemplo sobre a profecia maia de 2012 da qual na realidade não seria o fim do mundo e sim uma mudança na terra, como um novo aeon..?
Outro caso, o do Chico Xavier no qual ele afirmava mudanças em 2019, um novo aeon também?

Aeons são, via de regra, longos períodos de tempo, na Natureza quase nada é abrupto. Acho improvável que estejamos na iminência de uma sucessão aeônica já que este que hora vigora mal começou. O próprio Aeon de Osíris demorou trezentos anos pra começar a acontecer.

Com relação à previsões, eu não daria muito crédito. É fácil e irresponsável fazer uma previsão longuínqua, até porque mudanças ocorrem todos os dias, que se dirá em um ou mais anos.

Desativado2060 mais de 1 ano

Æon: período extenso de tempo. Na obra de 666 refere-se a
faixas cronológicas definidas por uma postura específica da
humanidade em relação ao seu ponto de vista da realidade que
influencia no comportamento global da espécie. Tal faixa é de
difícil datação por isso uma forma muito comum de identifica-la
276
é através da astronomia e/ou astrologia; porém na Revelação de
To Mega Therion isso não é marcante pois a forma mais comum
de associação recai nas eras astronômicas onde o ponto vernal
define tal período caso em que não houve mudança em larga
escala. A próxima era, a de Aquário, astronomicamente, ainda
não iniciou, pois o ponto vernal encontra-se em Peixes chegando
na próxima constelação por volta do ano 2.600. Quando 666 se
refere a era de Aquário-Leão não é no sentido astronômico, mas
identifica mudanças em planos sutis que influenciam o ser
humano. A 'renovação pelo fogo' em 1904 e.v. aconteceu em
planos cabalísticos superiores a Assiá, provavelmente em Yetzirá
de forma parecida com que ocorre na Astrologia: ao contrário do
que a maioria pensa, os astros não influenciam o comportamento
humano, mas refletem forças de esferas superiores, estas sim,
atuantes no homem.

Desativado2060 mais de 1 ano

Acredito que daqui a uns 100 anos aproximadamente, pessoas como Aleister Crowley se tornarão mais conhecidos e compreendidos pelo vulgo. Estamos tão no inicio do Aeon, que as pessoas ainda não percebem o que está acontecendo. Mesmo assim isso é um palpite meu.

Desativado2060 mais de 1 ano

Aparentemente os Aeons duram cerca de 2000 a 3000 anos, não sendo algo exato.

Meyvenmizrach 12 meses

Bullshit...

Acho bonito as pessoas falarem sobre o Jesus mesmo desconhecendo por completo as profecias sobre o que deveria ser o messias...

Agora vamos aos comentarios sobre o que foi dito, o @Yezide disse que Jesus poderia revogar a lei judaica, então como pode explicar isso?

וַאֲנִ֗י זֹ֣את בְּרִיתִ֤י אוֹתָם֙ אָמַ֣ר יְהוָ֔ה רוּחִי֙ אֲשֶׁ֣ר עָלֶ֔יךָ וּדְבָרַ֖י אֲשֶׁר־שַׂ֣מְתִּי בְּפִ֑יךָ לֹֽא־יָמ֡וּשׁוּ מִפִּיךָ֩ וּמִפִּ֨י זַרְעֲךָ֜ וּמִפִּ֨י זֶ֤רַע זַרְעֲךָ֙ אָמַ֣ר יְהוָ֔ה מֵעַתָּ֖ה וְעַד־עוֹלָֽם׃ (ס)

“Quanto a mim, esta é a minha Aliança para com eles” afirma D'us. “O meu Espírito que está em ti e a minha Palavra que coloquei em tua boca não se afastarão jamais de teu coração, nem da boca dos teus filhos e dos descendentes deles, desde este momento e por toda a eternidade!” diz Hashem!

Então, como é que precisava cumprir para refutar? tsc.

Acho essa uma discussão batida mas que de tempos em tempos ela ressurge das cinzas.

Desativado3634 11 meses

Também acho muito engraçado se falar de Jesus sem conhecer a sua verdadeira história... Todos devemos ler a bíblia, mesmo aqueles que não são crentes ou os que pertencem a outras religiões, como Umbanda, candomblé e até mesmo as outras!

Primeiro ler e compreender e só após isso devemos dar opinião...

Mas isso é o que eu acho!

Veramst 7 meses

Completamente de acordo. Todos deviam ler a bíblia para perceber e entender certas passagem bíblicas. Eu pessoalmente li alguns versículos e gostei bastante. Na altura nem tinha a bíblia e acabei lendo numa bíblia sagrada online e depois acabei gostando que comprei em formato de livro é sempre mais gostoso ler assim.