Ordo XI

IIIª / R:
Liber Khut –
Meditação de Ra-Hoor-Khuit

0. – (Medite – Asana & Pranayama) Invoque os elementos nos quatro lados do Templo, abaixo há a escuridão, acima há a Luz. Os elementos podem ser visualizados como os Tattwas.

1. – Una-te com cada elemento, um por vez (passando pelos Tattwas nas esferas elementais).

2. – Infunda-os em Si.

3. – “Sinta” as Trevas (você está unido com ela).

4. – “Sinta” a Luz (você está unido com Ela).

5. – Imagine / Visualize os Tattwas (ou outro símbolo elemental apropriado) diante de Você, um por vez: Terra – Água – Fogo – Ar – Espírito: Passe através dos elementos se tornando mais e mais sutis.

6. – Imagine-Se como um Falcão, que voa livremente no Aethyr (assuma a forma de falcão).

7. – Imagine, fora e dentro, Você destruir todos os antigos profetas e religiões. Jesus, Maomé, os hindus, os budistas, os mongóis, os din – todas as crenças antigas estão perecendo no Fogo. Tudo está em Chamas.

8. – Você vê a Visão da Torre (ATU XVI).

9. – Após a aniquilação há um momento de Silêncio.

10. – Aparece a Visão do Êon (ATU XXI).

11. – Agora Você está andando pelas areias quentes e se aproxima do Templo (imagine-o como Você sentir correto, ou ele aparecerá como realmente é).

12. – Entre no Templo (o Templo tem quatro Portas – Ra, Ahathoor, Tum & Kephra).Vá para o Centro do Templo, Você vê as quatro estações do Sol – sinta-o, sinta a sua força – Você está se tornando uma Estrela no Centro.

13. – Sinta-se voando para Cima (o Templo permanece, ou é destruído. Escolha bem.)

14. – Voe para Cima: Prata – o Universo inteiro é feito de prata, Você está unido com ela, você é prata.

15. – Voe para Cima: Ouro ...

16. – Voe para Cima: Pedras de água preciosa ...

17. – Voe para Cima: Faíscas do fogo mais interior ...

18. – Ra-Hoor-Khuit aparece em suas Chamas. Cante “Aka dua ...” assim fundindo os 30 Aethyrs de fogo em Um. Assuma a Forma-Deus de Ra-Hoor-Khuit. Você está unido com Ele.

19. O Universo está incendiando em Fogo, aniquilado totalmente pelas Chamas.

20. – As Chamas perecem em Nada.

21. – “Nada”.


Traduzido por Frater S.R.