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{Epílogo}

Agora podemos retornar às experiências de Frater P. Será lembrado que ele achou as práticas de Yoga de qualquer tipo difíceis demais no clima frio de seu lar; pois agora ele estava suficientemente avançado para precisar de longos períodos de concentração contínua — muito diferente dos primeiros dias de prática quando vinte minutos pela manhã e novamente de noite eram o suficiente para o dia.

Além disso, ele havia entrado no terceiro estágio da vida, e de um Brahmacarya se tornou um chefe de família. Foi no curso da jornada empreendida por ele logo após seu casamento que ocorreram os eventos que continuaremos a relatar.

E para esse fim, precisamos solicitar que o leitor nos acompanhe com sua imaginação ao soberano berço da sabedoria e da iniciação, à terra santa da serpente Uraeus, à terra de Ísis e de Osíris, das Pirâmides e do Nilo, até mesmo de Khem, mais magnífica em ruínas do que todas as outras terras são na plenitude de sua glória.


Traduzido por Frater Set Rah (A.M.W.Q.) em agosto de 2018.