Pomposidades Vagas do Devoto “Professor”

Este artigo é um capítulo de Magia Sem Lágrimas

Sátira ao pensamento confuso e pomposo; a Cabala para estruturar e disciplinar o raciocínio.

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Capítulo XI:
Pomposidades Vagas do Devoto “Professor”

Cara Soror,

Não creio que tenha sido um tipo novo de eletricidade1. Acho que foi a própria passagem que me causou neuralgia. Ela me causa uma repulsa indescritível.

Resumindo, de forma sucinta e concisa, o mundo está sendo corrompido por todo este –

     
Pensamento Asmático Pensamento Letárgico Pensamento Enjoativo
P. Bovino P. Incerto P. Resmungão
P. Grosseiro P. Venenoso P. Purgativo
P. Difuso P. Canino P. Queixoso
P. Excretor P. Bárbaro P. Infestado
P. Nebuloso P. Ziguezagueado P. Superficial
P. Fofoqueiro P. Ambivalente P. Enfeitado
P. Desordenado P. Quebrado P. Desequilibrado
P. Mal-educado P. Arrolhado P. Viscoso
P. Empacado P. Desarticulado P. Ventoso
P. Ajoelhado P. Barato P. Ladrador
P. Pesado P. Volúvel P. Zimótico
P. Depenado P. Triste P. Atordoado
P. Neurótico P. Pretensioso P. Lacrimejante
P. Órfão P. Invertebrado P. Capotado
P. Pecável P. Descolado P. Maltrapilho
P. Enjoado P. Malandro P. Evasivo
P. Rococó P. Leucorreico P. Informe
P. Servil P. Carcomido P. Culpado
P. Hipócrita P. Assistemático P. Lacrimoso
P. Ignorante P. Vazio P. Melancólico
P. Improvisado P. Ondulante P. Relinchado
P. Patizambo P. Atrofiado P. Odioso
P. Preguiçoso P. Inchado P. Prosaico
P. Bagunçado P. Canceroso P. Trêmulo
P. Desagradável P. Tedioso P. Esfarrapado
P. Oleaginoso P. Eurasiático P. Meloso
P. Purulento P. Fútil P. Tuberculoso
P. Desleixado P. Imaturo P. Revestido
P. Desarrumado P. Bege P. Lanoso
P. Supercivilizado P. Emaciado P. Plano
P. Pegajoso P. Deslocado P. Emético
P. Aleijado P. Lamacento P. Insalubre
P. Enevoado P. Folião P. Sombrio
P. Verborrágico P. Negroide2 P. Icterizado
P. Oportunista P. Balbuciante P. Pedante
P. Enlameado P. Onanista P. Flatulento
P. Sujo P. Híbrido P. Desmazelado
P. Flácido P. Nebuloso P. Estagnado
P. Desclassificado P. Apressado P. Sarnento
P. Empertigado P. Vazio P. Portentoso
P. Teatral P. Vaidoso P. Solto
P. Vaporoso P. Solto P. Desajeitado
P. Míope P. Anêmico P. Liso
P. Frágil P. Copiado P. Algaraviado
P. Inacabado P. Pontifício P. Desejoso
P. Vira-lata P. Verde P. Engomado
P. Irrelevante P. Brilhante P. Modista
P. Obtuso P. Oficioso P. Pouco Viril
P. Esnobe P. Enganoso P. Escorregadio3

tal como encontramos em Brunton4, Besant5, Clymer6, Max Heindel7, Ouspensky8 e nas fraudes baratas dos vendedores de segredos, a U.B.9, a O.H.M., a A.M.O.R.C.10, e todas as outras gangues de autoproclamados Rosa-cruzes; eles deveriam ser vaiados para fora do palco.

Nós queremos a coisa original11! Avante, Austrália! Mantenham-se fiéis à sua bandeira! Marchem ao som do hino nacional!

“Anda logo! toma juízo!
Não vá sair no prejuízo!12

Eis o fim de Buckingham13!

Agora que concordamos com as condições a serem satisfeitas para que uma determinada proposição contenha um Pensamento, é apropriado voltarmos nossa atenção para o valor relativo dos diferentes tipos de pensamento. Esta questão é de suma importância: toda a teoria da Educação depende de um padrão correto. Há fatos e fatos: alguém não se torna necessariamente mais sábio ao decorar a Enciclopédia Britânica ou as Tabelas de Logaritmos. Aliás, o único objetivo da Matemática – como Whitehead destaca em seu livreto “A Shilling Arithmetic” – é fazer com que um único fato realize o trabalho de milhares.

O que procuramos é uma Hierarquia de Fatos funcional.

Isso nos leva imediatamente de volta à nossa observação inicial sobre “adição e subtração” em minha carta sobre a Mente. A classificação, o primeiro passo, funciona agrupando coisas semelhantes e separando coisas diferentes.

Um dos trunfos na análise de um fato é a quantidade de conhecimento que ele abrange. (2 + 5)² = 49; (3 + 4)² = 49; (6 + 2)² = 64; (7 + 1)² = 64; (9 + 4)² = 169 são fatos isolados, e nada mais; pior, a coincidência do 49 e do 64 pode despertar as fantasias mais mirabolantes em sua mente – “há algo misterioso nisso”. Mas se você escrever “A soma dos quadrados de quaisquer dois números é a soma do quadrado de cada um mais o dobro de seu múltiplo” – (a + b)² = a² + b² + 2ab – você terá um fato que abrange todos os casos possíveis e exibe um aspecto da própria natureza dos números. A importância de uma palavra aumenta conforme sua hierarquia, do particular e concreto ao geral e abstrato. (É curioso que os valores mais elevados de todos, as “Leis da Natureza”, nunca sejam exatamente “verdadeiras” para duas pessoas quaisquer, pois uma pessoa nunca pode observar os fenômenos idênticos que outra percebe, já que duas pessoas não podem estar exatamente no mesmo lugar ao mesmo tempo: no entanto, são justamente esses fatos que são igualmente verdadeiros para todos os homens.)

Observe, por favor, a importância fundamental da memória. De um certo ponto de vista (abençoada seja!), você não é nada além de um conjunto de memórias. Quando você diz “isso está acontecendo agora”, você está falsificando a verdade sagrada de Deus! Quando eu digo “eu vejo um cavalo”, a verdade é que “eu registro nesses termos minha interpretação hieroglífica particular do fenômeno desconhecido e incognoscível (ou ‘evento-ponto’) que ocorreu mais ou menos recentemente na outra extremidade do meu sistema de recepção de impressões”.

(Está claro? Espero que sim; caso contrário, peça-me que continue até que fique.)

Então está bem! Você percebe, é claro, quantos milhões ou bilhões de memórias devem existir para compor uma mente mediana e bem treinada? Aquelas sequências de adjetivos surgiram espontaneamente; eu não as consultei em livros de referência; então imagine a extensão do meu vocabulário completo! E as palavras são apenas os tijolos inacabados com os quais construímos. Milhões, sim; bilhões, provavelmente; mas há um limite.

Portanto, certifique-se de não aceitar nenhum material sem valor; selecione, e selecione novamente, sempre na ordem e proporção adequadas; organize e estruture seu pensamento, sempre com o único objetivo de realizar a Grande Obra.

Bem, antes de prosseguir, devo me comportar como um completo canalha, desonrar minha árvore genealógica e manchar meu brasão e sujar a minha ficha, te confundindo sobre o “realismo”. Com licença: a confusão não é minha; foi criada séculos atrás por um bando de monges malditos, liderados por um tal de Duns Escoto – assim chamado por ser irlandês – ou, se não, por alguém igualmente detestável. Eles defendiam o dogma platônico dos arquétipos. Sustentavam que existia uma ideia original (divina), como “verdor” ou um “porco”, e que um porco verde, como observado na natureza, era apenas um exemplo dessas duas essências ideais. Eles eram contestados pelos “nominalistas”, que afirmavam, ao contrário, que “verdor” ou “porco” não eram nada por si sós; eram meros nomes (nominalismo vem do latim nōmen, nome) inventados para facilitar a classificação. Essa doutrina é puro senso comum, e não perderei tempo demolindo os realistas.

Todo pensamento ā priōrī, o pior tipo de pensamento, está associado ao “realismo” nesse sentido.

E agora você parece chocada e surpresa! E não é para menos! O que (você exclama) é toda a doutrina cabalística senão a própria apoteose desse “realismo”? (Também era chamado de “idealismo”, aparentemente para animar e confortar o estudante em sua jornada árdua e difícil!) Não é Atziluth o “mundo arquetípico”? Não é–

Ah, tudo bem, tudo bem! Fica calma! Eu não ia fazer isso. Você tem toda a razão: a Árvore da Vida é assim, na aparência. Mas essa é a maneira errada de vê-la. Temos o nosso número dois, por exemplo, como “aquilo que é comum às pernas de um pássaro, às orelhas de um homem, aos gêmeos, à raiz cúbica de oito, aos grandes luminares, aos chifres de um boi”, etc. Mas, tendo-o obtido, não devemos argumentar que, por o número dois possuir esta ou aquela propriedade, deve haver dois de alguma coisa que, por um motivo ou outro, não podemos contar nos dedos.

O problema é que, às vezes, podemos fazer isso; muitas vezes somos obrigados a fazê-lo, e o resultado é correto. Mas não devemos confiar em nenhum teorema desse tipo; ele não passa de uma dica para nos ajudar em nossas suposições. Exemplo: um anjo aparece e nos diz que seu nome é MALIEL (מליאל), cuja soma resulta em 111, o terceiro dos números do Sol. Concluímos que sua natureza é solar? Nesse caso, sim, talvez, porque (segundo a teoria) ele escolheu esse nome justamente porque combinava com sua natureza. Mas um homem pode morar no número 81 da Rua Prata sem ser um lunático, ou nascer às cinco horas do dia 5 de maio de 1905 e ser um soldado muito ruim.

“Não, não, minha querida irmã, por mais tentada que seja,
Sê fiel para sempre ao nominalismo!”

(Se você realmente quer se aprofundar nisso, leia o que Bertrand Russell escreveu sobre “Classes”.)

Basta, já chega disso: voltemos ao valor relativo dos vários tipos de pensamento.

Creio que você já compreendeu o ponto principal: você precisa estruturar seu processo de pensamento. Precisa aprender a diferenciar e a integrar seus pensamentos. Nada existe isoladamente; tudo é sempre condicionado por suas relações com outras coisas; aliás, em certo sentido, uma coisa nada mais é do que a soma dessas relações. (Pois a única “realidade”, a longo prazo, é, como temos visto, um Ponto de Vista.)

Ora, essa tarefa de organizar a mente, de erguer uma estrutura coerente e inteligível, é enormemente facilitada pela Cabala.

Quando, em um daqueles curiosos acessos de indisposição dos quais você se queixa periodicamente, e cuja causa lhe parece tão obscura, você vê leopardos cor-de-rosa na escadaria, “Ah! a cor da Escala do Rei de Tiphareth – Ó! a forma de Leão, provavelmente na Escala da Rainha” e, assim, aumenta seu vocabulário com esses dois itens. Então, talvez, alguém sugira que a indiscrição no culto a Dionísio seja responsável pelos fenômenos observados – bem, lá está Tiphareth novamente; o Sacerdote, além disso, veste uma pele de leopardo, e as manchas sugerem o Sol. Além disso, Sol é o Senhor de Leão: então, aí está! Leopardos cor-de-rosa são exatamente o que você deve esperar!

Até que você tenha praticado esse método o dia todo e todos os dias, por um longo período, você não poderá perceber o quanto sua capacidade mnemônica aumenta graças a ele. Mas tenha sempre o cuidado de organizar as novas ideias à medida que surgirem, na ordem correta de importância.

É semelhante ao sistema de chaves usado em grandes estabelecimentos, como hotéis. Primeiro, há um conjunto de chaves, cada uma abrindo apenas uma porta. Depois, um conjunto que abre todas as portas de um determinado andar. E assim por diante, até chegar a uma pessoa responsável que possui uma única chave capaz de abrir todas as fechaduras do prédio.

Há outro ponto a considerar sobre o Sistema da Cabala. Ele faz mais do que simplesmente aumentar a capacidade mnemônica em cerca de 10.000%; o hábito de organizar seus pensamentos, manipulá-los, revisá-los e aprimorá-los, guardando-os em seus devidos lugares em sua “Cristaleira”, lhe confere um poder imensamente maior sobre eles.

Em particular, ajuda a livrá-la da sujeira emocional que normalmente os obstrui14; você se torna perfeitamente indiferente a qualquer implicação que não seja o seu valor em relação a todo o sistema; e isso é de ajuda incalculável na aquisição de novas ideias. É a diferença entre um homem tentando tirar uma remela do olho da esposa com dedos desajeitados e engordurados, encardidos de cavar valas, e um oculista munido de um espéculo e todos os instrumentos exatamente adequados à tarefa.

Outro ponto importante. Além de eliminar as emoções e sensações que turvam o pensamento, o fato de você se perguntar constantemente “Em qual gaveta de qual armário esse pensamento se encaixa?” automaticamente a leva a considerar o sistema como o fator mais importante na operação, ainda que apenas por ser comum a todos eles.

Assim, você não apenas libertou Saññā (percepção) da mácula de Vedanā (sensação), mas a elevou (ou a demoliu, se preferir ver dessa forma!) para ser meramente um membro da classe Saṅkhāra (tendência), impulsionando-a vigorosamente para o quarto estágio, o penúltimo! da prática de Mahāsatipaṭṭhāna.

Só mais uma palavra sobre o elemento do Vedanā. O Intelecto é um artifício puramente mecânico, tão preciso e tão indiferente ao que produz quanto uma caixa registradora. Ele recebe impressões, calcula, declara o resultado: isso é A e um duplo L, ALL15!

Procure nunca qualificar um pensamento de forma alguma, veja-o como ele é, em si mesmo, em relação aos outros elementos necessários para torná-lo o que é.

Acima de tudo, não “misture os planos”. Uma adaga pode ser afiada ou cega, reta ou torta; ela não tem “aparência sinistra”, nem mesmo é “confiável”, exceto na medida em que a qualidade do seu aço assim a defina. Um penhasco não é “assustador” ou “ameaçador”. Uma geleira coberta de neve não é “traiçoeira”: dizer isso significa apenas que os membros do Clube Alpino e outras pessoas ignorantes em técnicas de montanhismo são incapazes de detectar a posição de fendas cobertas.

Você deve decidir todos esses pontos por si mesma; o importante é que você questione qualquer ideia desse tipo.

Acima de tudo, não evite nem disfarce pensamentos indesejáveis ou problemas angustiantes. Não diga “ele partiu” quando quiser dizer “ele morreu”, e sempre dê o nome à porcaria16 dos bois!

Debulhe tais assuntos com o mangual de Osíris; com o leque de joeira de Iaco!

A verdade em si é bela e a melhor âncora para o seu navio; toda verdade se encaixa com todas as outras verdades; e as mentiras mais sedutoras jamais conseguirão isso.

“Um sapo, feio e venenoso,
Que ostenta rica joia em sua cabeça”17

e o resultado de deixar

“Dois ajudantes de cozinha horríveis preparam uma bagunça
Com enxofre, piche, vitríolo e esterco do diabo.”18

ao final, compensa a investigação.

A Visão e a Voz novamente, por favor! Aquela maldição terrível – como cada frase acaba se tornando uma Bênção!

Vou encerrar esta breve nota neste ponto, para que você tenha tempo de me dizer se o que eu disse até agora abrange toda a sua dúvida.

Amor é a lei, amor sob vontade.

Fraternalmente,

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  1. «Esta é uma continuação da carta anterior, onde Crowley cita Vera Stanley Alder (1898-1984) explicando um “novo tipo de eletricidade” em seu livro A Quinta Dimensão↩︎

  2. «Termo datado da linguagem racial do início do século XX.» ↩︎

  3. [Nota do editor: no manuscrito original, a lista de adjetivos contém cerca de 1.000 palavras; apenas uma pequena seleção foi utilizada.] ↩︎

  4. «Paul Brunton (nascido Raphael Hurst, 1898-1981), um filósofo e jornalista britânico, autor de diversos livros sobre esoterismo e yoga. Escreveu uma crítica debochada de Magia em Teoria e Prática de Crowley (1929) lançada na The Occult Review em 1932.» ↩︎

  5. «Annie Wood Besant (18476-1933) foi uma escritora, maçom, teósofa e erudita inglesa, próxima a Helena Petrovna Blavatsky. Em 1912, fundou a “Ordem do Templo da Rosa-Cruz” com Marie Russak e James Ingall Wedgwood.» ↩︎

  6. «Reuben Swinburne Clymer (1878-1966) foi um osteopata e escritor, membro da Fraternitas Rosae Crucis. Reivindicava ser o líder do movimento rosa-cruz americano e confrontava outros líderes de ordens como Lewis e o próprio Crowley.» ↩︎

  7. «Max Heindel (1865-1919), um ocultista dinamarquês, fundador da The Rosicrucian Fellowship (A Sociedade Rosa-Cruz) em 1909.» ↩︎

  8. «Peter D. Ouspensky (1878-1947), um esoterista russo, discípulo direto de Gurdjieff.» ↩︎

  9. «Universal Brotherhood (“Fraternidade Universal”), também conhecida como Sociedade Integral e Sociedade Mahacakra. Em 1928, o ex-discípulo de Crowley, Charles Stansfeld Jones, havia se tornado líder do grupo.» ↩︎

  10. «Antiga e Mística Ordem Rosa-Cruz, fundada por Harvey Spencer Lewis (1883-1939) em 1915 nos Estados Unidos, usando uma carta-patente fornecida por Theodor Reuss, então líder da Ordo Templi Orientis.» ↩︎

  11. «No original é usada a palavra dinkum, que é uma gíria australiana para “genuíno”, “honesto”, “original”. É o primeiro de vários trocadilhos e referências australianas.» ↩︎

  12. «No texto original, as três frases apresentam o palavrão bloody, que poderia ser traduzido como “caramba”, “droga”, “cacete”, “porra” e outras interjeições coloridas brasileiras. Optamos por preservar apenas a rima para não inserir palavrões brasileiros em uma frase que faz piada com australianos.» ↩︎

  13. «Fala criada por Colley Cibber para sua adaptação de Richard III de Shakespeare.» ↩︎

  14. Espero que não seja necessário repetir que o fato de um determinado pensamento ser agradável, indesejável ou de alguma forma contaminado por Vedanā é totalmente irrelevante. ↩︎

  15. «Ou seja, “isso é tudo”.» ↩︎

  16. «Aqui novamente um bloody↩︎

  17. «Shakespeare, Como Vos Aprouver↩︎

  18. «Trecho do capítulo “IV. Tertium Quid”, do livro The Ring and the Book, de Robert Browning.» ↩︎


Traduzido por Alan Willms em agosto de 2026. As notas entre «aspas angulares» são do tradutor.

Próximo capítulo em breve!
O Caminho da Mão Esquerda »
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