Quase tudo que sei sobre Bhakti

Bhakti é um tipo de Yoga. Yoga são métodos para “união”e Bhakti é um ramo do Yoga que busca essa união através do amor. O nome vem da raiz sanscrita bhaj, que quer dizer Adorar. A primeira vez que a palavra “Bhakti” foi usada provavelmente foi nos yoga sutras, compilados por Patanjali entre 500 AC e 400 DC.

Não se sabe exatamente quando estes sutras foram escritos, razão pela qual para fins históricos é aceito que a primeira menção à Bhakti tenha sido no Bhagavad Gita. Enquanto o Gita trata de adoração a divindades específicas, os yoga sutras conservam uma posição muito mais pragmática e não sectária sobre a prática, não a direcionando para nenhuma expressão da divindade em particular.

Também chamado de Caminho da Devoção, Bhakti é um estado da alma onde o sujeito — aqui no sentido gramatical, na relação sujeito/verbo/objeto — entrega tudo que é e o que tem ao objeto de sua adoração. No contexto místico/mágico, esse objeto de adoração quase sempre é alguma divindade, ou um aspecto idealizado de um “eu mesmo feito perfeito”. A ideia é que através do Bhakti, o sujeito e o objeto, o observador e o observado, o adorante e a divindade se tornem um.


Atos e palavras vazios

Você já sentiu uma dificuldade de conciliar o ato e o valor do ato? Vou tentar explicar melhor… Que valor tem em se fazer certos gestos, e dizer certas coisas que, por contexto cultural humano, possuem conotação de adoração, de devoção? Dizer mil palavras de amor e de querer, e se ajoelhar, e cuidar de um altar e dar oferendas, tudo isso está mais no campo da teatralidade que da adoração. Você atua bem o suficiente para enganar o objeto da sua devoção? Você é bom ator o suficiente para enganar a si mesmo?


Desejo de união

Você se lembra da última vez que amou alguém? Com que frequência pensava na pessoa e organizava sua vida em função dela? Qual era o sabor da sua comida com ela e sem ela? Como era o seu sono enquanto não tinha notícias da pessoa? Independente das palavras e gestos existia uma constante e intensa disposição da alma de se unir com o amado. Quer um exemplo menos romântico? Pense na última vez que você esteve desesperadamente apertado para ir ao banheiro.

O conto do mestre zen que segura a cabeça do estudante debaixo d’água até que este quase sufoque, e depois o liberando diz “quando desejar a iluminação tanto quanto quis respirar, então você será iluminado” foi repetido até a exaustão, mas poucos consideram o seguinte: Você dizer o quanto precisa de oxigênio para sobreviver, e cantar canções de louvor e graça ao oxigênio, e fazer gestos sagrados aludindo a sagrada comunhão do oxigênio nos seus pulmões tem algum valor como a legítima e inadiável vontade de respirar de alguém que está sufocando?

Um Bhakti de qualidade consiste em de fato sentir pelo objeto de devoção uma necessidade tão grande, que seu único desejo é se unir a ele. E isso pode ser feito sem dizer uma única palavra ou fazer um único gesto. Como um mudo -ou melhor ainda, alguém que não tivesse desenvolvido dupla articulação de linguagem — realizaria suas adorações?

O mesmo pode se dizer sobre invocação. Palavras, gestos, e até mesmo um dharana persistente de alguns minutos não é invocação se você não quiser trazer aquilo para dentro de si com cada partícula do seu ser.

Tanto no Bhakti, quanto nos outros seis ramos da magia e do yoga, é necessário existir dentro de si um desejo de união que nada possa deter. E como fazemos isso? Podemos escolher querer? Podemos ligar o interruptor do amor?


A ironia

O verdadeiro Bhakti deve surgir autêntico, sem segundas intenções. Você ama por que ama, esse amor por si mesmo é sua recompensa. Se você ama X por que ele te dá Y, você não ama X e sim Y.

Não há nada que o mosto de uva do qual fazemos vinho possa fazer para acelerar sua própria fermentação. Da mesma forma, não parece que possamos escolher produzir em nós em um instante desejo legítimo pelo que quer que seja, e nem aumentá-lo a não ser que em nossa natureza já exista aquela disposição.

Apesar disso, é um dos caminhos espirituais mais acessíveis e presentes no dia a dia, mesmo para o não iniciado. A mãe pratica devoção pura e desinteressada ao seu filho. Amantes o praticam seja no amor mais romântico ou no tesão mais animal. Artistas o praticam em sua arte. No final das contas, o filho, o amante, a arte, e tudo mais que alguém possa amar são facetas da divindade.

Então no que os exercícios e práticas espirituais auxiliam no Bhakti? Entre outras coisas ajudam o praticante a se libertar daquilo que o impede de seguir o curso natural de sua Verdadeira Vontade. Se tornando livre das ficções, dos traumas, dos bloqueios e impedimentos, o indivíduo pouco a pouco se encontrará numa posição em que o Bhakti se revela passivamente em conformidade com a natureza do indivíduo. Um canal por onde água deve fluir pode estar entupido e sujo por folhas secas. Retire as folhas e a água fluirá.

Além disso, certas práticas aperfeiçoam a percepção aguçando o que já existe e desenvolvendo percepção em novos níveis, habilitando o praticante a descobrir novas expressões de amor que ele é capaz de manifestar e novos estímulos que o seduzam.


Permita-se seduzir

Qual o primeiro passo para amar algo ou alguém? Quem fala do amor à primeira vista, na verdade fala de ter sentido uma forte atração estimulado apenas por aquilo que ele viu: Viu um traço físico que mexeu com seus instintos, viu um sorriso ou um olhar que despertou uma tendência surgida na infância, viu praticar um ato que coaduna com seus ideais.

Outros dizem ter se apaixonado aos poucos, conhecendo melhor aquele algo ou alguém, compartilhando momentos bons e ruins, descobrindo aos poucos pequenos detalhes que fizeram toda a diferença através da vivência.

Seja como for, parece que uma boa forma de começar um trabalho de Bhakti é se expor àquilo. Digamos que você decida realizar um trabalho de Bhakti com uma determinada deidade. Você buscará ler sobre ela, buscará arte em que ela seja retratada ou que fale sobre ela, como música, escultura, ilustrações, etc. Buscará bater um papo com alguém que pratique o culto desta deidade, ou tenha tido algum tipo de experiência com ela. Aprenderá o que puder sobre ela.

Neste aprendizado, descobrirá histórias sobre essa deidade que independente de sua veracidade objetiva, começarão a mover engrenagens dentro de você. Descobrirá características que podem coincidir com as suas, ou que sejam justamente as que te faltam e que gostaria de possuir. Quem sabe se perceba desvendando significados ocultos nos feitos daquela deidade que façam total sentido e possuam aplicações práticas para você.

Então pode ser que faça sentido buscar a aproximação daquela deidade se embriagando dos símbolos, cores, perfumes, músicas, gestos e atos. Quem sabe num ímpeto para externalizar um forte sentimento, fluam da sua boca palavras verdadeiras e espontâneas de amor.


Bhakti na Astrum Argentum

A instrução formal mais óbvia com relação ao Bhakti é dada ao Phillosophus no Liber Astarté vel Berylli, que cada um deve ler, experimentar e tirar conclusões por si mesmo.

Além do óbvio podemos identificar quatro principais ocorrências de Bhakti na Santa Ordem.

  1. Guru-Bhakti em relação ao Instrutor
  2. Atma-Bhakti em relação ao Sagrado Anjo Guardião
  3. Ishvara-Bhakti em relação à Nuit
  4. Devoção a própria Ordem que permeia todas as três acima.

Em relação ao Instrutor

Este Bhakti é praticado principalmente na Primeira Ordem, de Probacionista à Dominus Liminis, e se realizado com perfeição pode conduzir à consecução chamada “Conversação da A∴A∴”. O início dessa relação começa por parte do futuro Instrutor quando ao finalizar o período de Probacionista, antes mesmo dos futuros instruídos pensarem em entrar em contato com ele, assume o grau de Neófito — momento a partir do qual poderá Instruir Irmãos mais novos — através de um Juramento Mágico com o Instrutor dele e com a Ordem. Eis o trecho do Juramento ao qual me refiro:

Trecho do Juramento de um Neófito da A∴A∴

Se a tradução não bastar, o original em inglês “deny myself utterly” não deixa dúvidas. Aqui o Instrutor se compromete com um trabalho devocional em que deve renunciar aos próprios interesses e/ou as tendências naturais e/ou sacrificar-se em benefício daqueles que quando Probacionistas, estarão juramentados sob sua Instrução. Juramentos equivalentes são tomados em cada grau até Dominus Liminis.

É uma forma de devoção para com a própria Ordemdevoção para com a Grande Obra. Esta é a razão pela qual exigir lucro ou vantagem pessoal em troca da instrução resulta em expulsão imediata. Uma relação que acaba quando o dinheiro ou vantagens cessam não condiz com tal trabalho espiritual, e se opõe frontalmente a tal Juramento.

Vale dizer que isso não significa de forma alguma atender a cada capricho e infantilidade do instruído. Me parece que o Instrutor estará em falha com o seu Juramento a não ser que se esforce continuamente para entender e fornecer o que seu Instruído precisa, e não o que ele quer. Poucas coisas me auxiliaram no caminho espiritual tanto quanto trabalhar com sinceridade e afinco pelo bem dos Irmãos mais novos.

No outro polo, o Instruído contrai voluntariamente um voto de Santa Obediência. Vejamos o que diz o Liber Aba, Parte II, Capítulo VI:

O melhor voto, e aquele de aplicação mais universal, é o voto de Santa Obediência; pois não só leva à liberdade perfeita, mas é um treino para aquela entrega que é a tarefa última.

Tem este grande valor, que nunca se enferruja. Se o superior para com o qual tomamos o voto sabe o que faz, ele rapidamente perceberá que coisas são realmente repugnantes ao seu discípulo, e o familiarizará com elas.

Desobediência ao superior é uma luta entre estas duas vontades no inferior. A vontade expressa em seu voto, que é a vontade ligada à sua vontade mais alta (devido ao fato que ele tomou o voto a fim de desenvolver essa vontade mais alta), luta com a vontade temporária, que é baseada apenas em considerações temporárias.

O instrutor deveria, então, procurar gentil e firmemente estimular o aluno, pouco a pouco, até que a obediência siga o comando sem referência ao que o comando possa ser como Loyola escreveu: perinde ac cadaver.

É como se a semente da Verdadeira Vontade fosse regada por um rio ininterrupto cuja fonte se encontra nas supernas, nos planos de consciência mais puros. Ao se colocar sob instrução de alguém ligado com esta corrente, este alguém passa a ser o seu vínculo com tal fonte, e pela natureza dessa relação, passa a ser o representante desta fonte para você até que possa beber dela diretamente.

Como Bônus, esta relação é um excelente treinamento para que o Ego pouco a pouco deixe o trono, e no momento crítico se entregue ao seu Sagrado Anjo Guardião.

Em suma, essa relação é análoga a de alguém que busca a luz do Sol durante uma longa noite, e não pode encontrar senão o reflexo desta luz na Lua. Se esse alguém por algum meio fitasse o Sol diretamente, seria cegado por seu esplendor. Que a Lua ilumine o caminho enquanto os olhos do buscador se tornam mais habituados com a luz.

Em relação ao Sagrado Anjo Guardião

Este Bhakti é praticado principalmente na Segunda Ordem, de Adeptus Minor a Adeptus Exemptus, e se realizado com perfeição pode conduzir à consecução chamada “Conhecimento e Conversação do Sagrado Anjo Guardião”. Análoga à relação de Instrução, neste elo também é o mais alto quem dá o primeiro passo. A possibilidade de realização e do reconhecimento da verdade parece existir previamente a qualquer indivíduo que venha a se conectar com isso e se tornar um ponto de manifestação dessa verdade.

Muitos textos religiosos, notavelmente os que tiveram influências das religiões abraâmicas, comparam o aspirante com a noiva a espera de seu noivo para as núpcias, a princesa esperando que o príncipe a desperte de seu sono mágico.

O anseio pelo Anjo parece vir de uma fonte anterior à vontade humana. Você não escolhe querê-lo, isso surge de uma maquinaria fora do seu controle e no momento propício. Você não escolhe a hora de sua vinda. Possivelmente, nada que você faça surtirá efeito pela ineficácia absoluta do meio. Como dito em nossos livros sagrados, “‘Vinde a mim’ é uma palavra tola; pois sou Eu que vou.”

A esse respeito, lemos no Liber Aba, Parte III:

Quanto à invocação dos deuses, tais considerações não entram. Os deuses estão além da maioria das considerações materiais. É necessário apenas encher o coração e a mente com as bases apropriadas para manifestação. Quanto mais alta a natureza do deus, tanto mais verdadeiro é isto. O Sagrado Anjo Guardião tem sempre a base necessária. Sua manifestação depende apenas do preparo do Aspirante, e todas as cerimônias mágicas utilizadas naquela invocação são apenas para preparar o Aspirante; absolutamente não são para atrair ou influenciar o Anjo. É a constante e eterna Vontade d’Ele se unir ao Aspirante, e no momento em que a condição deste último torna isto possível, aquela Boda é consumada.

É notável que o Juramento do Adeptus Minor é o primeiro em que o Juramento de abnegação em favor dos Instruídos não está presente. O aspirante não deve se preocupar com qualquer outro assunto se não obter o Conhecimento e Conversação do Sagrado Anjo Guardião. Este é o Culto do Interior Infinito.

Em relação a Nuit

Como quase tudo no mundo dos símbolos mágicos, vemos a mesma coisa se repetindo por três vezes em planos diferentes — se bem que em gritante diferença de grau e qualidade. Este Bhakti é praticado principalmente na Terceira Ordem, à partir do Bebê do Abismo, e se realizado com perfeição pode conduzir à consecução chamada “Travessia do Abismo”.

Nuit, que também se dá por conhecer na roupagem de Babalon, a que não rejeita nada, é aquela que dá nome a nossa Ordem. Ela é a Sacerdotiza da Estrela de Prata representada no simbolismo cabalístico pelo caminho da letra Gimel, que liga Tiphereth à Kether e também por Binah, o Grande Mar que gera e consome todas as coisas.

A essência do desejo de união representado por essa polaridade da díada está expresso de maneira poética no primeiro capítulo do Liber Al vel Legis, ao final do verso 61 lê-se:

Eu te amo! Eu anseio por vós! Pálido ou púrpura, velado ou voluptuoso, Eu que sou toda prazer e púrpura, e a embriaguez do sentido mais profundo vos desejo. Colocai as asas, e despertai o esplendor enrodilhado dentro de vós: Vinde até mim!

É difícil encontrar em nossas fileiras quem não ache fácil se apaixonar por Nuit e sua inefável grandeza, mas de todas as formas de Bhakti, essa parece a mais difícil, por que exige que, de certa forma, o aspirante tenha realizado tudo o que é sua Vontade realizar, e esteja pronto para entregar nesse ato de união o resultado completo de tudo o que é e o que poderia ser.

No mesmo verso 61, parece haver instruções de como realizar esta união:

(…) se sob as estrelas da noite no deserto tu neste momento queimas meu incenso diante de mim, invocando-me com um coração puro, e a chama da serpente ali dentro, tu virás deitar-te um pouco em meu seio.

Esta fórmula parece informar quais as condições necessárias para tal realização:

  1. Estar sob as estrelas;
  2. no deserto;
  3. queimando o incenso de Nuit diante Dela
  4. Invocá-la com um coração puro
  5. Com a chama da Serpente ali dentro (do coração)

O que são estas coisas? Para aqueles familiarizados com os simbolismos da Santa Cabala e do Yoga não é difícil compor algumas teorias. Superficialmente podemos dizer que:

Sob as estrelas pode significar diante do Véu do Abismo; “no deserto” parece indicar retiro, ou o deserto onde o Adeptus Exemptus se torna um punhadinho de pó; essa é a posição em que se está “diante de Nuit” para queimar o incenso Dela.

O incenso segundo o próprio Liber Al é “de madeiras resinosas e gomas, e não existe sangue ali”Não existe sangue, por que todo o sangue do adorador deve se esvair até a última gota no cálice de Nossa Senhora das Estrelas. Se ele retém uma gota sequer, o sucesso é impossível. Quanto às “madeiras resinosas e gomas”, essas são o Olíbano, o Estoraque e o Aloés, e seu significado místico encontra-se em Liber ABA, Parte II, Capítulo XVI como segue:

A base deste Incenso é resina de Olíbano, o Sacrifício da Vontade humana do coração. Este Olíbano foi misturado com metade do seu peso de Estoraque, os desejos terrenos, escuros, doces e pegajosos; e este novamente com metade do seu peso de madeira de Aloés que simboliza Sagitário, a Flecha, e assim representa a aspiração em si; é a flecha que atravessa o arco-íris. Esta flecha é “Temperança” no Tarô, é uma vida igualmente equilibrada e reta que torna nosso trabalho possível; no entanto esta vida deve, ela mesma, ser sacrificada.

Ela deve ser invocada com um coração puro, o que sugere aquilo exposto aqui sobre o Bhakti, purificar-se afim de se tornar compatível com a união. O coração enquanto representação da Vontade, deve ser livre de conflito e de divisão (a este respeito, sugiro cuidadoso estudo de nosso Liber II). A chama da serpente ali dentro, ou seja, dentro do coração, parece aludir ao êxtase da subida da energia pela coluna até o plexo cardíaco chamado pelos hindus de Anahatha. A serpente, principalmente associada ao Coração que alude à Tipheret, é também símbolo de realeza e iniciação, de um ungido Rei Sacerdote. Impossível não nos lembrarmos do Coração Cingido com a Serpente, sobre o qual fala o Liber LXV de nossas Probações.

Imagino que isso seja o suficiente para reflexão a respeito dessa suprema realização. É um assunto dificílimo de se falar a respeito, por que vai além do que a fala alcança, além do que a mente racional pode abarcar. Nos refugiemos então na poesia e no simbolismo do Livro das Mentiras:

DIABOS DE PÓ

No vento da mente surge a turbulência chamada Eu.

Ela rompe, para baixo se precipitam os pensamento estéreis.

Toda vida é sufocada.

Este deserto é o Abismo onde está o Universo.

As estrelas não passam de cardos neste ermo.

Todavia, este deserto é apenas um sítio amaldiçoado num mundo de felicidade.

Ocasionalmente viandantes cruzam o deserto; eles vêm do Grande Mar e ao Grande Mar eles vão.

E à medida que eles vão deixam cair água; um dia irrigarão o deserto, até que este floresça.

Vê! Cinco pegadas de um Camelo! V.V.V.V.V.

Este é o Culto do Exterior Infinito.

Conclusão

Quando mostrei esse trabalho ao meu Instrutor, ele o chamou de “Guia dos Peregrinos na Terra Santa”. Há aqueles que leem tal guia, e nunca realizam sua própria peregrinação. Há aqueles que em meio a sua peregrinação, prestam tanta atenção ao guia que perdem a experiência em primeira mão. Sugiro enfaticamente que considerem esse material não mais do que um guia, que embora bem intencionado, é completamente incapaz de transmitir a riqueza das coisas sobre as quais ele demonstra um ponto de vista. Peregrine. Viaje, Veja, Vá.


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